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julho 11, 2004

UM PONTAPÉ NA CRISE!

ELOGIO DE PORTUGAL, UN PAÍS CON UNA FEROZ LIBERTAD DE EXPRESIÓN, DEL QUE LOS ESPAÑOLES TENEMOS MUCHO QUE APRENDER

Muchos españoles están descubriendo estos días, aparentemente sorprendidos, la existencia en la casa de al lado de un vecino llamado Portugal, un vecino bastante más pobre que nosotros pero capaz de organizar una evento tan importante como un Campeonato de Europa de fútbol, de construir una serie de estadios, todos magníficos, de ganar a la millonaria selección española, e incluso de colocar como presidente de la Comisión Europea a uno de sus políticos, José Manuel Durao Barroso.

Ese país, cuya selección jugó y ganó ayer la primera semifinal de dicho campeonato contra Holanda, lo cual ya es de por sí un triunfo, sigue siendo un gran desconocido para España y los españoles. ¿Por qué? Porque los españoles, con la inveterada suficiencia de quien se cree superior, se han negado siempre a entender –en realidad ni siquiera lo han intentado- a Portugal y los portugueses.

Cuando la realidad es que España y los españoles tendrían –tendríamos- mucho que aprender de nuestros vecinos atlánticos. Aprender y lamentar la ausencia en España de esa elite intelectual, empresarial y política que habla idiomas, elite muy cercana a Gran Bretaña y a la cultura francesa, muy poco hispanófila, pero muy tolerante, muy abierta, muy cosmopolita.

En Portugal sería impensable contar con un presidente de la República que no hablara francés e inglés. La mayoría de los portugueses se esfuerzan por hablar español ante españoles, haciendo gala de una actitud cívica en el trato que tan difícil es de encontrar en el páramo hispano.

El presidente, Jorge Sampaio, vive en su casa, en su propio domicilio, como el primer ministro. A ninguno le da por convertirse en un Trillo. Nadie enloquece con el cargo. Nadie se prevale de su condición. Antonio Vitorino, actual comisario europeo, dimitió de su cargo como ministro –socialista, por cierto- tras descubrirse un desfase de 8.000 escudos (unas 6.000 pesetas) en las cuentas de su ministerio.

Semanas atrás, el presidente ZP se trasladó a Lisboa en su primera visita relámpago al país vecino, y no se quedó a cenar con Durao Barroso a pesar de haber sido invitado. Todo un síntoma. Vistas así las cosas, no es extraña esa inveterada desconfianza que comparte la clase política portuguesa hacia España, desconfianza que la prensa se encarga de mantener viva. Sus razones tendrán.

Todo el edificio de ese Portugal Abierto –la vieja aspiración de quienes aquí persiguen una España Abierta capaz de superar sus viejos atavismos- se asienta seguramente sobre una feroz libertad de expresión que todos defienden y que se manifiesta en los debates –políticos, económicos- que se celebran en la televisión y en los textos que aparecen en diarios y semanarios (de gran importancia en el país vecino).

Comparar esa libertad de prensa, ese valor cívico del que hacen gala las elites portuguesas para hablar alto y claro, y criticar lo que juzgan merecedor de crítica, con el miedo a hablar de nuestros ricos, de nuestros empresarios, de nuestros políticos, fieles devotos de la ley del silencio, y con el secretismo y la rendición a los poderes políticos y económicos que hoy caracteriza a la prensa española –no digamos ya a la televisión- es como para echarse a llorar. ¿De qué presumen, entonces, los españoles ante Portugal y los portugueses? Ese es, sin duda, uno de los grandes misterios de la Historia Universal.
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junho 27, 2004

AQUI VALE TUDO!

PalhaçosO espanhol não perdoa, enquanto meia Europa anda a tentar deixar de fumar, estes meninos continuam a carregar na nicotina. Além disso continuam a influenciar as mentes mais fragéis com uma lei patética que ainda permite o anuncio explicito a marcas de tabaco e dos seus conteudos.
Mas alto lá caros leitores, isto dos anuncios tem que se lhe diga. Toda a gente já se habitou a ouvir que este ou aquele maço é mais interessante, ou que este ou aquele sabor é melhor mas o
espanhol não faz por menos. Aqui neste pais anuncia-se maços de tabaco tapando a única forma de aviso que a lei deste pais permite. Isto é, as autoridades sanitárias advertem com um anuncio que ocupa mais de um terço do maço, então nada melhor que cravar em cima desse anuncio uns preservativos de todas as cores, em alusão aos Jogos Olimpicos e com uma frase bem inteligente como que a dizer "se queres ser o número um fuma fortuna até cair de cú".
Ridiculo, como é que no século XXI depois de todos os esforços europeus para que os anuncios dos tabacos sejam limitados ao minimo ainda se assiste a palhaçadas destas neste pais.
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junho 25, 2004

PALAVRAS PARA QUÊ!!!

um artista português


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junho 21, 2004

VALENCIA PARECIA LISBOA.

fez lembrar o golo contra a FrançaSinto muito por não ter estado em Lisboa, mas ontem Valencia parecia a capital de Portugal. O bar estava em frente ao Mestalla, quase só por nossa conta eramos 17??? portugueses, de todos os pontos de Portugal. Não posso explicar o que é sentir a nossa seleção no meio do "inimigo"... mas o Iker disse tudo: “Hemos salido acongojados. Portugal ha sido mucho mejor que nosotros y no hay que darle más vueltas. En el primer tiempo nos han barrido”. Olé!!!
P.S.- Obrigado Nuno!


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junho 13, 2004

ESPEREMOS QUE MAIS UMA VEZ NÃO SEJA ASSIM!

Antes e depois das eleições:

Nosso partido cumpre o que promete.

Só os néscios podem crer que

Não lutaremos contra a corrupção.

Porque, se há algo certo para nós, é que

A honestidade e a transparência são fundamentais.

Para alcançar nossos ideais

Mostraremos que é grande estupidez crer que

As máfias continuarão no governo, como sempre.

Asseguramos sem dúvida que

A justiça social será o alvo da nossa ação.

Apesar disso, há idiotas que imaginam que

Se possa governar com as raposas da velha política.

Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que

Se termine com os marajás e as negociatas.

Não permitiremos de nenhum modo que

Nossas crianças morram de fome.

Cumpriremos nossos propósitos mesmo que

Os recursos econômicos do país se esgotem.

Exerceremos o poder até que

Compreendam que somos a nova política.

(Agora repita a leitura de baixo para cima, LINHA POR LINHA, e veja como funciona a política após a vitória nas eleições)


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junho 09, 2004

ISTO NÃO É POLITICA.

Sousa Franco 1942-2004Uma cena lamentável em Matosinhos, que demonstra que existem ainda muitas mentalidades a mudar em Portugal, pode ter sido a causa de um ataque cardiaco fatal. Espero que se respeite a memória do Dr. Sousa Franco e se pare de uma vez com esta "campanha do nojo", de parte a parte.

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1911-2004

UM HOMEM QUE MUDOU O MUNDOMorreu aos 93 anos, atacado por uma doença que lhe deixou na memória apenas restos do passado. Talvez tivesse ido feliz, ninguém como ele poderia ter tanta istória importante para recordar. Dizem aqueles que bafejados pela sorte ou pelas vicissitudes do destino privaram com ele que gostava de contar episódios cómicos para desanuviar, talvez do peso de ter sido o protagonista dos momentos que relembrava e que escreveram, tão-somente, alguma da História Mundial.
Foi pai da revolução conservadora dos oitenta, tal como cowboy nos saudosos “westerns”. Com a coragem de um pistoleiro, à maneira do “wild west”, enfrentou o Alzheimer por 10 anos mas nunca na pele de “lone ranger”, presava muito o conceito de familia e ficou com os seus até ao fim.
Não foi um visionário mas presava a união e a
liberdade, tinha a convicção que podia “derreter” as separações gigantescas que dividiam o mundo civilizado e soube aproveitar a insustentabilidade da mentira do bem-estar socialista para unir cada vez mais a sua nação. O seu povo deve-lhe o ideal de resposta firme e aceitável frente a governos tiranos e com ansias expansionistas.
Como europeus devemos-lhe a ele, e não só mas este cantinho é dele, o fim da ameaça nuclear.
Como europeus devemos-lhe a união entre os nossos povos depois de com um forte sopro ter ajudado à queda do muro separador em 1987. Apesar de tudo, na Europa só teve 3 figuras ao seu nível, a dama de ferro, o Papa e o homem que com ele se sentou a 19 de Novembro de 1985 para negociar o fim da bipolaridade.
Ronald Reagen foi um governante do mundo, um presidente de uma nação, um homem corajoso e uma pessoa que sempre se rodeou de notáveis sem medo que estes lhe fizessem sombra… e não faziam.
Foi recordado na Normandia, 60 anos depois da libertação da Europa, por um homem que desempenha o mesmo cargo que ele desempenhou. Talvez este sucessor tivesse muito a aprender com este Homem que mudou o mundo!
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junho 02, 2004

A GERÊNCIA ANUNCIA.

Devido à fraca prestação desta casa nos últimos tempos, aproximarem-se tempos de trabalho exterior a este projecto e entrada num mês muito importante para o futuro do Gerente, anuncia-se aqui o fecho desta casa até nova decisão.
A todos os que passam aqui diáriamente, um até breve.
O Gerente compromete-se a deixar aqui algumas noticias sempre que necessário.
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maio 27, 2004

UM MOMENTO DE REFLEXÃO.

OSAMAÉ o minimo que podemos fazer ao terminar de ver a obra de SIDDIQ BARMAK. A história é simples: A VIOLÊNCIA DOS TALIBAN SOBRE UMA NAÇÃO TEMERÁRIA E EM CONDIÇÕES DEPLORÁVEIS. Uma menina que se transforma em rapaz para poder conseguir contornar o extremismo muçulmano e alimentar a sua familia incapacitada pelas leis dos "monstros". Uma obra que não pode deixar de afectar a todos, aqueles que olhamos para o mundo de forma aberta e
tentamos buscar explicações para certos actos... ainda bem que alguém os toma.
Um filme genial... OSAMA.
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UMA FRASE INTERESSANTE: ACIMA DELES, SÓ DEUS!!!

PARABÉNS


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